Ponho um beijo demorado no topo do teu joelho
Desço-te a perna arrastando a saliva pelo meio
Onde a língua segue o trilho até onde vai o beijo
Não há nada que disfarse de ti aquilo que vejo
Em torno um mar tão revolto no cume o cimo do tempo
E os lençóis desalinhados como se fosse de vento