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Auge
Sylvia Plath
A mulher está perfeita.
Seu corpo mostra um sorriso de satisfação
Flui pelas dobras de sua toga,
Parecem dizer:
Cada criança morta, uma serpente branca
Vasilha de leite, agora vazia.
Todas em seu selo como pétalas
Se espessa e odores sangram
A lua não tem nada que estar triste,
Ela já está acostumada a isso.
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